sexta-feira, 16 de abril de 2010

Política e o ser político!

Todos somos seres políticos, isso é fato. Porém é preciso separar o ser político de politicagem, principalmente no que se refere a partidos político, pois é só chegarmos perto de época eleitoral ou em uma situação em que o futuro de uma instituição e/ou governo está próximo de ser decidido, que isso vem a gerar um clima de animosidade, pessoas agem irracionalmente, inventam histórias, fazem intrigas e esquecem-se do primordial, apresentar suas propostas e acima de tudo qualidades e ideais pelos quais pretendem lutar.

Toda essa selvageria me enoja, me faz perder muito da confiança que tenho no ser humano, me faz ter vergonha por vezes de pertencer a esta raça, que apesar de ter o dom de racionalizar, nestes momentos em especial, perdem as estribeiras e acabam por agir com uma irracionalidade que superaria até a dos animais ditos não pensantes.

Vivemos em um país democrático, a dita República Federativa do Brasil, onde constitucionalmente nos seria garantido o direito de escolher as pessoas as quais gostaríamos que nos representassem, mais que por diversas vezes não acontece, pois a corrupção causada pelo poder, faz com que pessoas não dêem oportunidade a outras de mostrar seu valor, de mostrar que podem sim adotar projetos existentes e que funcionaram, e juntar a eles novas idéias que podem tornar a instituição, pais, estado ou município melhor para o povo que depende dos mesmos.

É preciso ter consciência de que o tempo do coronelismo já passou, e que agora precisamos esquecer a tal ganância exacerbada depositada sobre cargos que deveriam ser de posse cíclica, ou seja, dando a cada grupo o direito de estar à frente, para que assim possam colocar em pratica a suas idéias em prol de toda uma comunidade, porém isso não acontece, e do jeito que as coisas andam nunca irá acontecer. Com isso me vem a possibilidade de fazer a pergunta que não quer calar, do que me serve uma republica que prega direitos iguais a todos os cidadãos, se o poder fica limitado a uma meia dúzia de hipócritas de colarinho branco?

Sem alguém tiver a resposta, por favor me explique, ou melhor me diga por que ainda não mudamos de nome e voltamos a ditadura, onde a repressão e o poder centralizado imperavam. Segundo Aristóteles o homem é um animal político, porém no meu conceito, perde em determinados momentos a racionalidade.

By: Rivaldo Yagi

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Amor e desespero

Eu comentava com uma colega que “elas” andam desesperadas, que dão a impressão de que pegam o primeiro que lhes disser alô… Falava sobre o que vejo, mulheres na noite, mulheres no dia, mulheres em todos os lugares.


E a colega, defendendo as mulheres, me disse que há muito mais mulheres do que homens e que vem daí o “desespero” de muitas delas para pegar o que por primeiro aparecer.


Falando nisso, ocorrem-me duas lembranças. A primeira vem-me da novela Viver a Vida. Não vejo essa novela, só algumas cenas, às vezes. Numa delas, dia desses, uma jovem, não lhe sei o nome, encontra numa festa o Marcos, ex-marido da Helena - ele é um executivo bem-sucedido, maduro, um cara interessante, enfim… e está “solteiro” no momento.


Pois essa jovem, no capítulo a que assisti, olha para o madurão Marcos e diz para a amiga ao lado: “Aquele ali é uma ótima aposentadoria para a vida toda…” O autor da novela, o Manoel Carlos, colocou na boca de uma de suas personagens o modo como muitas mulheres olham para certos homens: como uma boa aposentadoria. Como um “porto” muito seguro para não precisarem trabalhar e viver confortavelmente. É um tipo moderno e abjeto de prostituição…


A outra lembrança que me ocorreu veio de um fato que se multiplica. No “desespero” para achar alguém, mulheres confiam em ordinários e desconhecidos que encontram na internet. E na regra é só o que aparece, ou você acha, leitora, que um sujeito que preste vai andar namorando por internet? Bolas, claro que não.


Pois muitas mulheres, ou por ingenuidade ou por desespero, se acertam com o primeiro que lhes parece confiável e se entregam. Passam a namorá-los e confiam além da conta…


Essas mulheres, na paixão do desespero, chegam a entregar aos pilantras suas senhas de banco, cheques em branco, dão-lhes até dinheiro vivo, tudo no encantamento de um amor de desespero.


E levam um baita tranco. São enganadas, roubadas, frustradas. E ficam chorosas e vão à delegacia. Não deviam fazê-lo, deviam, isso sim, crescer como mulheres.


Essa “ingenuidade” gerada pelo desespero de estarem sós não justifica a estupidez da confiança cega.


Com mais respeito por si mesmas e sem pressa ou desespero, qualquer mulher acha um companheiro, um bom companheiro. E eles estão precisando, para eles também está difícil…

Luiz Carlos Prates

Mais uma vez Prates concordo plenamente com suas opiniões, e digo mais, na realidade em que vivemos hoje, encontrar um parceiro que valha a pena é dificilimo, no entanto se encontrar, valorise-o, pois será dificíl encontrar outro com o mesmo perfil!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O fim do Duas caras é sempre o mesmo

Me chama muito a atenção à capacidade que algumas pessoas têm de apresentar-se quase que simultaneamente com duas personalidades. Podendo estar em um momento sereno, calmo, agregador, e minutos depois converter-se em um ser arrogante, inconveniente, que acaba por provocar fissuras em seu meio social. Trato aqui de fissuras no sentido de divergências dentro do grupo, pois terá ao seu lado pessoas que se deixam influenciar, pessoas que muitas vezes são idôneas, mais que tem conflitos de personalidade, e assim tendenciosas a apoiar quem lhe é mais próximo, mesmo sem a certeza de estar do lado de quem está com a razão. Partindo deste pressuposto, seria correto afirmar que pessoas com personalidades conflituosas não tem vida própria, pois lhe falta coragem para enfrentar desafios, o máximo que conseguem fazer é tomar decisões básicas, como que roupa vestir, e mesmo assim ainda questionando-se no sentido da aceitação das pessoas de seu grupo social. É então que tendem a esconder-se atrás de conceitos e opiniões de outrem e que em não poucas oportunidades diferem totalmente de seus ideais, até mesmo dos mais básicos como a honestidade, porém, por não se achar capaz de voltar-se contra tal situação, a aceita, e depois tenta de todas as maneiras justificar o fato de estar lutando por uma causa que não acredita. É preciso saber que nem sempre o fato de não termos algo é sinal de que nunca o tivemos, prova disso é a própria personalidade, que nasce conosco, e que algumas pessoas perdem no decorrer da vida, ou seja, o fato de uma determinada pessoa não ter personalidade própria, não quer dizer que ela nunca teve, ela apenas perdeu, e a partir dai acaba “pegando emprestada” algumas opiniões e ações alheias, e até inconscientemente apresentando-as como dela. Bem como existem pessoas que perdem sua personalidade, existem pessoas que têm mais de uma, o famigerado mau caráter, como diz o dito popular, lobos em pele de cordeiro. Pessoas que espreitam, colhem informações, fazem com que as pessoas confiem nela, para só então mostrar sua outra face, são pessoas dissimuladas, pessoas que inventam tantas histórias que acabam por acreditar nelas como se fossem verdades. Contudo, o que serve de alento é o fato de o mundo ser cíclico, ou seja, dar voltas, e mais dia, menos dia, a mascara cai, e todos saberão qual realmente é sua verdadeira face. E quando isso acontecer, ver-se-ão sozinhos, pois em suma todo mau caráter é covarde, e ao menor sinal de perigo foge, e deixa para trás até mesmo seu maior aliado, como também pode ser abandonado da mesma forma, e provavelmente pagará sozinho todas as conseqüências dos atos cometidos por toda a corja de mau caráter que existia ao seu lado.

By: Rivaldo Yagi

sábado, 3 de abril de 2010

Sinto muito - Luiz Carlos Prates

Não quero ser rude, não hoje, vou tentar… Mas não me é fácil ser simpático quando vejo tanta hipocrisia. Queres uma prova? Pessoas abstiveram-se de comer carne na Sexta-Feira Santa. Por quê? Ah, porque
é pecado! Quem disse isso? Não comer carne é meramente um símbolo de uma abstinência em nome de uma
doação a Cristo, a Deus.

De outro modo, um vegetariano estaria fora da liturgia, afinal, ele nunca come carne. Abster-se da carne é simplesmente um símbolo, mas a pessoa bem que podia ter se abstido de qualquer coisa. De pensar mal dos outros, por exemplo, de não ser mau colega no trabalho, coisa que ninguém admite ser. Se as pessoas se voltassem para o bem com a mesma avidez como procuraram comer peixe na Sexta-feira, - ah, que mundo melhor teríamos. Fiz o que pude mas não me vou conter: o Cristo tinha razão, há muitos sepulcros caiados. Gente aparentemente boa por fora mas abjeta por dentro.

Disse tudo Prates, disse tudo!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

É bom ser careta

Quem quiser ser sucesso na vida que seja “careta”. E o que é ser careta? É andar na contramão dessa onda de pessoas acomodadas, sem projetos de vida, que buscam apenas um emprego, a acomodação no emprego e, se possível, bom salário. Querem ganhar mas não querem devolver em trabalho de qualidade o salário e as previdências de que gozam.
Quem admite ser “careta”, chega no horário, veste-se adequadamente no ambiente de trabalho, faz bem-feito o que lhe cabe fazer, joga como parceiro do empregador, não faz fuxico nos corredores, faz, enfim, o jogo da empresa. Ser careta é isso. Ué, mas essas virtudes não são obrigações das pessoas diante da empresa que as pagam? Claro que sim, mas são tão poucas as pessoas que assumem essas virtudes que elas acabam sendo chamadas de caretas.
Careta é o sujeito que cumpre com o dever. O aluno que estuda, por exemplo. Os demais são os “modernos”, os vilões, a maioria.


Luiz Carlos Prates(Jornalista RBS TV/RS)

quarta-feira, 31 de março de 2010

Destino, Coincidência ou apenas Sorte

Quem um dia ira dizer que não existe razão para as coisas feitas pelo coração! Não existe forma melhor de iniciar esta história senão com o trecho desta fabulosa música do poema Renato Russo. Seria obra do destino, coincidência ou apenas sorte? Considero ser uma compilação de todas as vertentes, pois o fato de você encontrar uma pessoa que tenha tanto em comum com você e que também desperte sua admiração, aparecer em sua vida, e mesmo assim você duvidar do destino? Creio ser difícil precisar, posteriormente então descobrir que gostaria de estar ao lado de tal pessoa, mais não ter oportunidades para isso, e quando você está se conformando que isto nunca acontecerá, você encontrar tal pessoa e descobrir então que coincidentemente seus pensamentos estavam interligados, de uma tal forma a propiciar o tão esperado encontro? Parece estranho, porém não menos maravilhoso, e por fim saber que você conseguiu realizar um sonho antigo, que teve como principais empecilhos à distância e sua ética comportamental, mais mesmo assim ter tido a sorte de conseguir enfim estar vivendo essa história, tendo apenas como arrependimento o tempo perdido com os desencontros? No momento não tenho essa resposta, mais também estou pouco interessado em procurá-la, pois estou vivendo com ela o melhor momento da minha vida!!!

Morizão, te adoro demais...você me devolveu a segurança que por algum tempo eu havia perdido, e também a alegria de acordar todos os dias sabendo que meu sonho se tornou realidade e trouxe consigo muita felicidade!!!

By: Rivaldo Yagi

terça-feira, 30 de março de 2010

O perigo da superestima

Existem momentos em que damos valor demasiado a algumas pessoas, tratamo-as como semi-deuses, cremos e concordamos com tudo que tais pessoas nos dizem, ou seja, confiamos cegamente. Deixamos muitas vezes de raciocinar, de tirar nossas próprias conclusões sobre diversos fatos para acompanhar a maneira de pensar dessas pessoas. Somos induzidos a tomar suas verdades como verdades absolutas, mesmo que inconscientemente, e isso se dá muitas vezes por termos por tal individuo grande apresso ou pelo simples fato de sermos leigos no que diz respeito aos questionamentos feitos a nossa pessoa.

Contudo, devemos tomar cuidado com essa tal superestima, pois muitas vezes depositamos sobre tal pessoa uma carga de responsabilidade muito superior a que ela estaria acostumada a receber, e com isso sobrecarregando-a ao ponto de que essa pressão faça com que a pessoa em questão adquira transtornos comportamentais e/ou acabe por acreditar realmente que é superior aos demais, convertendo-se assim em uma pessoa narcisista e egocêntrica, assim se considerando o dono da verdade, e acabará por rejeitar qualquer opinião que se diferencie da sua, tendo razão ou não, acabando assim perdendo seu senso de sociabilização, e acabará se isolando dos demais por considerar que ninguém está a sua altura, e que ninguém tem o direito de contestar suas teses, mesmo que tenha absoluta certeza do que se está falando e tenha como comprovar sua tese.

Então se pensarmos desta forma, e não valorizarmos em demasia as pessoas pertencentes a esse grupo, por mais que achemos que elas têm um conhecimento acima da média, estaremos ajudando-as a seguir suas vidas naturalmente e por conseqüência preservaremos sua saúde mental.


By: Rivaldo Yagi

segunda-feira, 22 de março de 2010


Cotidianamente nos defrontamos com diversos tipos de pessoas, cada uma com um jeito e/ou estilo diferenciado. Dentre elas encontramos algumas com um grau de intelectualidade consideravelmente aceitável, como também pessoas com intelecto um tanto quando inferior, chegando a beirar a infantilidade. Erroneamente, considerávamos essa inferioridade intelectual uma vertente de certas faixas etárias, porém, acabamos surpreendendo-nos e descobrindo que tal afirmação não é uma verdade absoluta.

Nos dias de hoje está cada mais fácil de se encontrar pessoas com uma idade já um tanto avançada agindo como se tivesse uns dez anos a menos, tal como pessoas que mal iniciaram sua vida adulta comportando-se como verdadeiros anciões, já com uma personalidade totalmente definida.

Contudo, só nos resta tentar descobrir o que causa essa descompensação intelectual em determinados grupos de indivíduos, se é de fato relativo ao tipo de criação ou se são experiências vividas no período de formação intelectual da pessoa em questão que causa esse retardamento no amadurecimento de seu intelecto. No momento só o que se pode dizer é que maturidade não depende da idade fisiológica da pessoa, ou seja, não há uma idade pré-definida para o amadurecimento, cada pessoa têm seu tempo, entretanto, algumas dessas pessoas aparentemente nunca atingem esse tal grau de intelectualidade, tanto que para esse grupo em especial foi criada uma categoria, popularmente conhecida como síndrome de Peter Pan, utilizada para explicar este determinado desvio comportamental que assustadoramente cresce em proporções animalescas, alias, temos como exemplo mais famoso desta determinada síndrome o já falecido astro americano Michael Jackson, que até tinha nomeado uma de suas residências oficiais com o pseudônimo de terra do nunca, em uma perfeita alusão a mítica terra onde vivia o garoto que não queria crescer.


By: Rivaldo Yagi

segunda-feira, 15 de março de 2010

Você tem opinião? Que bom!

Algo raro nos dias de hoje é encontrar uma pessoa que tenha opinião própria, que não se deixe levar pelas conclusões alheias, fazendo por si só suas escolhas. E muito disso acontece pelo simples fato de que no mundo atual, não muito diferente do mundo antigo, que ainda tem como justificativa a falta instrução, ainda existem pessoas sem personalidade, ou seja, pessoas que tem dificuldade de exprimir suas próprias idéias, ficando assim refém dos achismos alheios. Tais pessoas acabam por viver sem identidade, passam pela vida sem ao menos saber quem são, do que gostam e o por que de gostarem. Fazem o que a grande maioria faz apenas por lhe parecer mais cômodo, infelizmente estão errados, já que cada ser humano é único, por isso chamados indivíduos, e por assim serem tem não só o direito, como também o dever de usar o que tem de mais precioso, sua consciência, pois não a usando estarão criando inconscientemente um clone existencial, que age exatamente como o original, que por vezes também é uma copia barata de outro, que por sinal é copia de um terceiro, e por aí se segue um circulo vicioso envolvendo seres repetitivos, que sentem calafrios só de imaginar a possibilidade de serem rejeitados, por terem idéias ou até ideais distintos dos demais.

É claro que nem todos os seres humanos pertencem a essa classe, porém, só uma pequena fatia da sociedade difere da mesmice da maioria. São as chamadas exceções, e são essas exceções que fazem com que o mundo evolua, pois com a criação de suas novas teorias, convencem a tal maioria desprovida de personalidade, que sua idéia é plausível e que deve ser implantada, muitas vezes chegando a acontecer sem nenhum questionamento, e tudo por um fato muito simples de se detectar, a falta de vontade de pensar, de senso critico, de estar envolto em porquês, de querer estar continuamente aprendendo, e como conseqüência tornam-se fantoches, movendo-se e falando repetidamente como um ventríloquo.

Portanto, se você tem opinião, que bom! Fique sempre com a sua, ouça as opiniões alheias sempre que lhe parecer interessante, sintetize a informação e a use a seu favor, pois fugir da mesmice não é fechar a porta para o conhecimento alheio, mas sim não aceitá-lo de mesa posta, sempre que possível conteste, mostre que você também tem condições de criar algo novo, prove que ter personalidade independe de status ou classe social, pois personalidade não se compra, é algo que nasce conosco e se trabalhada, morre conosco.

“Todos nascem com personalidade, porém alguns a perdem pelo caminho!”

By: Rivaldo Yagi

sexta-feira, 12 de março de 2010

Luiz Carlos Prates

Dia desses ouvi uma historinha interessante. Uma menina volta da escola e diz à mãe que a professora anunciou que na semana seguinte iria escolher os alunos que participariam do teatro da escola. A mãe ouviu interessada a história e nada disse à menina, ficou com a certeza de que a filha, muita esperta, seria uma das escolhidas.
Passa a semana. A menina chega da escola saltitante e diz à mãe que a professora a escolheu para o teatro dos alunos.

— Ah, que bom, filha, e que papel você vai fazer? — perguntou a mãe.

— A professora disse que eu vou fazer um papel muito importante, importantíssimo. Vou ficar na plateia para aplaudir…

Gracinha, não é mesmo, leitora? Claro que a criança que chegar em casa contando essa história vai deixar pai e mãe furiosos. Ora já se viu ficar feliz com um “papel” desses.

Agora, vamos falar sério, leitor. Imaginemos um teatro vazio de aplausos, os atores suando no palco e ninguém para incentivá-los. Quem faria teatro nessas condições?

E não é, por acaso, o que mais acontece nas empresas? Os funcionários, que são os verdadeiros atores que “produzem” a empresa, não passam a vida sem os aplausos do elogio?

Os atores que estão no palco, tanto do teatro quanto na produção nas empresas, precisam do incentivo de quem está na plateia. E a plateia nas empresas são os diretores, pois por melhores que sejam não produzem nada, não levam a empresa ao sucesso, ao lucro. Não fosse assim, as empresas não precisariam de bons “atores”, de funcionários qualificados.

Dia desses, numa palestra, pedi ao pessoal que levantassem o dedo os que já tinham sido elogiados no trabalho. Todos os braços ficaram em posição de sentido, imóveis. Ninguém é elogiado. A turma das direções não conhece a cor e a magia dos confetes do elogio. Exceções? Conheço uma…

Vale para o casamento, vale para as amizades, vale para as salas de aula. Os bons têm que ser elogiados, premiados na frente de todos. Os “empacados” da vida ficam emburrados com as loas, com os elogios alheios, mas os tocados pela vergonha reagem, lutam e vão também à vitória.

Dinheiro não motiva, ou muito pouco, quase nada. O que motiva é brio, dignidade, prestígio gerado pela competência. Qualquer um pode, é só ter uma razão por que lutar, vergonha na cara e suor na testa. O aplauso virá. Nem que seja no silêncio das invejas.

Não é preciso dizer mais nada!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Jean Boechat

Uma perfeita síntese do que é SER!

Somos quem podemos ser?


Essa é uma pergunta que nos fazemos todos os dias, porém, dificilmente conseguimos responde-la, talvez por insegurança ou até pelo simples fato de que somos seres humanos, e assim sendo, vivemos continuamente envoltos em duvidas. Mesmo com todo planejamento que fazemos, nunca temos certeza do que estar por vir, aliás, é sabido que o futuro não pertence a nós, vivemos o presente, contudo muitos de nós pensam no amanhã, ou seja, esquecem de viver o momento e com isso não aproveitam o tempo que tem para dedicar-se a descobrir quem são ou o que podem vir a ser.

Muitas pessoas passam uma vida toda sem saber quem são e por esse motivo não tem uma identidade, nem personalidade própria, o que acaba por gerar um desvio de caráter. Desvio esse que muitas vezes é inconsciente, ou seja, a pessoa age por instinto, e acreditam não estar prejudicando ninguém com suas atitudes, consideram usar outras pessoas como escada uma atitude normal. E o fazem sem qualquer tipo de remorso, como se os fins sempre justificassem os meios, o que toda pessoa que conheça minimamente o conceito de ética sabe que não é verdade.

Todos nascemos com perfeitas condições de sermos o que quisermos, claro que alguns com mais possibilidades, mais isso não chega a ser um empecilho, já que o que predominará é sua vontade de ser, se você tiver vontade de ser, você pode ser o que quiser, pois não existem limites para quem se dedica a um projeto, quem se entrega de corpo e alma, sem pensar muito nos percalços, mirando somente o objetivo, aconteça o que acontecer, pois se realmente quisermos e estivermos dispostos a ser, seremos sim o que podemos ser, já que tudo vale à pena quando a mente não é pequena.

“Ser é uma possibilidade existente, só nos resta torná-la realidade.”

By: Rivaldo Yagi

segunda-feira, 1 de março de 2010

E a Natureza começa a cobrar a conta!


Durante anos o ser humano vem agredindo o meio ambiente desordenadamente, seja por ganância ou apenas por necessidade, talvez por achar que por a natureza ter um poder de renovação impressionante, ela seria infindável, porém estamos descobrindo que seu poder de regeneração não é infinito, e estamos aprendendo da pior forma possível, através de catástrofes naturais cada vez mais freqüentes.

Regiões que nunca sofreram com desastres naturais, estão começando a sofrer, como principais exemplos, podemos citar o Tsunami na Indonésia e os Terremotos recentes no Haiti e no Chile, que tiraram varias vidas humanas, chegando sem aviso prévio, pegando de sobressalto a todos, inclusive as autoridades entendidas.

Contudo, o que se deve entender é que tudo isso está acontecendo, e os únicos culpados somos nós, os seres humanos, que abusamos de nossas fontes naturais, retirando muito mais do que necessitávamos para viver confortavelmente. Desmatamos muito mais do que precisávamos, extraímos muito mais petróleo do que o preciso e estamos continuamente agredindo a camada de ozônio, com a emissão diária de poluentes na atmosfera, muito por uso excessivo de veículos, que dentre os poluentes, podem ser considerados os maiores agressores, pois são constituídos inteiramente de artefatos retirados da natureza, como o metal da lataria, látex de onde se produz a borracha dos pneus e a parte plástica do painel, as fibras da qual se fazem os fios que tornam possível a confecção dos bancos, como também o petróleo de onde se extrai a maioria das formas de combustíveis utilizadas pelo veiculo.

Entretanto, depois de tanto prejudicar o meio ambiente e perceber que o próprio está reagindo a respeito, estamos um pouco mais conscientes de nossas atitudes no que diz respeito à conservação de nosso planeta e seu equilíbrio ambiental, criando projetos de reflorestamento e reposição de tudo que for extraído da natureza. O que é o mínimo que poderíamos fazer por nós mesmos, pois todo o mal feito ao planeta é prejudicial a nós que o habitamos e que também sofremos as conseqüências de todo mal feito a natureza.

Com isso, chegamos à conclusão que o que a natureza propicia, ela retoma, cedo ou tarde, ainda mais quando a agredimos da forma covarde como o fazemos, sabendo de tudo isso, ou mudamos nossa relação de usufruto com nosso planeta, ou não poderemos reclamar do que estará por vir, que pelo pouco que estamos vendo atualmente, não será nada agradável de presenciar, mesmo por que anteriormente tínhamos quatros estações climáticas em um ano, hoje em dia se não fosse pelas demarcações de calendário, seria impossível distingui-las, se isso não for um sinal, espere pela opinião dos especialistas, ou sofra as conseqüências do mal uso de nossa maior riqueza, que é sem duvidas o nosso planeta.

By: Rivaldo Yagi

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Aparências

Tem gente que gosta mesmo de viver atuando, continuamente atrás de mascaras, fingindo ser o que não é agindo a espreita, cercando, vigiando, para que assim possa dar o bote certeiro. Criam personagens, figuram como bons moços, mais na realidade são lobos em pele de cordeiros, esperam vencer provocando indiretamente o fracasso dos outros, revelando assim sua falta de caráter. Contudo, esquecem que mascaras sempre caem, cedo ou tarde elas caem, e quando isso acontecer não lhe restará nada, pois o que tinham de mais importante já perderam a tempos, que é sua idoneidade.

Existem também alguns outros tipos aparências, menos graves, mais que também podem tomar proporções gigantescas, ou seja, querer parecer o que não é seja intelectualmente, financeiramente ou ideologicamente. Entram em um caminho sem volta, pois viveram eternamente baseados em mentiras, que em alguns momentos até ele mesmo tomará como verdade, já que estivera envolto em mentiras todo tempo, confundindo-se dentre elas, não conseguindo mais dissociar-se, chegando então ao ponto de ter perdido totalmente sua identidade, condenando-se assim a viver detrás das tais mascaras que ele próprio criou, e ao vê-las cair não saberá como recompor-se, pois ele próprio não sabe quem é.

By: Rivaldo Yagi

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Ausência

Peço desculpas a todos os seguidores e leitores do Psico, pois estou com tempo limitadissimo e por esse motivo não estou postanto com mais frequencia, mais fiquem tranquilos, tentarei não abandona-los!
Abraços a todos, e mais uma vez agradeço por voltarem sempre!

By: Rivaldo Yagi

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A beleza de sonhar acordado

Muitas vezes nos pegamos sonhando acordados, imaginando diversas situações, envolvendo pessoas, metas, enfim, coisas que gostaríamos de tornar realidade. Algumas destas coisas, dos nossos devaneios diários, conseguimos converter em realidade, e quando isso acontece sentimo-nos o mais realizado dos homens, a felicidade jorra poros a fora, provocando uma sensação de êxtase completa. Tudo nos parece ainda mais bonito, o que antes pouco chamava atenção, nestes momentos torna-se algo digno de um momento de reflexão, porém, como é comum a todo ser humano, somos eternos insatisfeitos, e depois de um sonho conquistado corremos atrás de um novo, com uma probabilidade ainda menor de acontecer, pois o que valoriza a conquista é a dificuldade que você teve de chegar até tal resultado, o quanto você teve que batalhar para realizar o sonho que lhe povoou a mente durante tempos, e que guardamos para nós até que existisse a possibilidade de realizá-los plenamente.

O segredo é nunca desistir, seja qual for à dificuldade, as conseqüências ou o quanto lhe achem louco por tentar, apenas tente realizar, isso é o que interessa.

By: Rivaldo Yagi

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Enfim a Felicidade parte 2

Após tal episódio e diante da promessa que fez, só restou ao rapaz aguardar e cumprir com o prometido, o que o fez com total dedicação. Contudo, a felicidade nunca mais o havia procurado, e ele já estava a ponto de desistir de esperá-la, porém não a culpava por não voltar, afinal foi ele próprio que a dispensou sem mesmo querer saber quem era há tempos atrás.

Mais o que o rapaz não sabia é que diante de toda a humildade e solidariedade que aprendeu a ter a partir daquele episódio, estava trazendo inconscientemente para perto de si a felicidade, só lhe faltava saber identificá-la, o que talvez para ele fosse à parte mais difícil de toda essa história. Até que um dia, quando o rapaz já pensava em desistir, achando que sua oportunidade tinha passado, e que se ele não conhecia a felicidade era culpa única e exclusivamente sua, que deixou de atendê-la quando o chamara pelo simples fato de achar perca de tempo atender a porta, algo que lhe tomaria apenas alguns minutos, que com toda certeza não atrasariam em muito a resolução de seus problemas, muito pelo contrario, depois que soube por outra pessoa quem estava lhe chamando naquele momento, considerou que se perdesse aqueles míseros minutos, poderia ter ganho em muito, pois já ouvirá dizer que felicidade diminui os problemas consideravelmente. Mas o que ele não sabia é que o destino lhe reservará algo inacreditável, algo que ele jamais sonharia, nem em seus sonhos mais perfeitos. Enquanto estava deitado, amaldiçoando o momento em que deixou a felicidade escapar por entre os dedos, ouviu alguém batendo a porta, levantou-se até com certo desanimo e foi atendê-la, assim que abriu a porta deparou-se com um ser iluminado, que ostentava um lindo sorriso e um brilho no olhar que ele nunca havia presenciado, e de uma voz melodiosa ele ouve algo que estava esperando há tempos, prazer eu sou a FELICIDADE!

By: Rivaldo Yagi

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Enfim a Felicidade!

Em uma pequena cidade vivia um rapaz, que tinha como único sonho experimentar algo que ele nunca teve certeza que existirá, a felicidade. Ouvia muito falar sobre ela, o quanto era prazeroso descobri-la, e que a tal felicidade tinha suas variáveis, tanto no que dizia respeito ao tempo dispensado para descobri-la, quanto no que se deveria fazer para mantê-la sempre junto de si. E essa dúvida povoava sua cabeça há muito tempo, perguntava-se continuamente o que e como agiria para encontrá-la. Então em certo dia enquanto tentava arrumar a bagunça em que tinha se tornado sua vida, ouve baterem a porta, porém como estava envolto a pilhas de problemas para resolver, de onde estava bradou: Volte em outro momento, estou muito ocupado arrumando a bagunça a qual minha vida se tornou, não tenho tempo para atendê-lo agora! Neste exato momento, e sem ao menos saber, mandou a felicidade embora, logo ele que sempre teve como meta na vida descobri-la.

No dia seguinte, quando saia para trabalhar um de seus vizinhos o interpelou: Então rapaz, o que achaste da felicidade? Demonstrando grande surpresa o rapaz informou ao vizinho não saber do que ele falava, pois nunca tinha visto a tal felicidade e por esse motivo não poderia dar seu parecer, o vizinho então demonstrando estar mais surpreso que o rapaz retrucou: Como não a conheces a vi bater em sua porta ontem mesmo! Diante dessa informação o rapaz ficou em estado de choque somente por imaginar que havia mandado a felicidade embora, logo ela que ele tanto sonhava conhecer e desfrutar da companhia. Foi então lembrou que no dia anterior realmente bateram-lhe a porta, mas como estava muito ocupado nem se deu ao trabalho de atendê-la, assim depois de deixar o estado de choque em que se encontrava após o recebimento de tal noticia, ficou se perguntando se um dia a felicidade voltaria a procurá-lo, e com isso prometeu que nunca mais deixaria de atender a porta novamente e que também trataria com gentileza todos que o abordassem dali em diante.

Continua...

By: Rivaldo Yagi

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Infelicidade é decisão pessoal

Muitas vezes nós em nossos piores momentos, naqueles em que estamos extremamente carentes de atenção e afeto, somos tidos a pensar que algo ou alguém poderá nos trazer a felicidade. Pena que isso não passa de um tremendo engano, algo beirando o absurdo, pois nossa felicidade independe de tal circunstância. A grande verdade é apenas uma, nossa felicidade depende única e exclusivamente de nós, não existe possibilidade de sermos felizes somente por intervenção de terceiros.

O que realmente acontece é uma associação de sentimentos de felicidade, ou seja, nossos momentos felizes juntam-se aos momentos de alguém, acabando por criar um vinculo de felicidade mutua. A partir desse principio chegamos à conclusão que cometemos também outro grande engano, quando falamos que alguém destruiu nossa felicidade. Na realidade isso não acontece, o que pode ocasionar um fim de nossos momentos felizes são acontecimentos provenientes de nossa rotina, coisas que vão diminuindo nossa capacidade de ver as coisas sempre por um lado positivo, tornando-nos pessoas pessimistas que vivem a lamentar-se por tudo em suas vidas acabarem dando errado.

Alguns vão citar o fato de traições destruírem com nossos sentimentos de felicidade, porém se analisarmos friamente, as traições acontecem geralmente (digo geralmente, pois sempre existem exceções as regra), pelo fato de estarmos deixando a desejar em relação ao outro, fazendo com que tal pessoa procure outra pessoa com um nível de felicidade compatível com o dela, já que na opinião delas, nosso nível de felicidade esta aquém do seu.

Porém, não estou aqui querendo criar uma desculpa para amenizar o acontecimento de uma traição, pois considero a traição um desvio de caráter. Acredito que nada justifique uma traição, o que quis deixar claro é que a felicidade de uma pessoa não está necessariamente associada à outra pessoa, já que existe a possibilidade de sermos felizes singularmente, e isso pode ser considerado mais uma prova de que a felicidade não se recebe de ninguém, e sim se constrói a partir de metas traçadas e posteriormente alcançadas por cada um de nós.

By: Rivaldo Yagi

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Penso logo hesito

Se existe uma coisa que assombra oito entre dez pessoas é o fato de expressar suas idéias, de transmitir a outrem suas ideologias e/ou filosofias de vida. Isso acontece porque tais pessoas temem a repercussão que suas opiniões podem tomar, sendo assim, preferem continuar no anonimato pelo resto de seus dias. Esse medo, como qualquer outro tipo de temor que se possa ter, limita a pessoa, tira dela a capacidade de relacionamento social, pois como lhe falta coragem para expressar suas idéias também lhe faltará coragem para se sociabilizar, tornando-se então um ser introvertido, condenado a viver em seu mundinho paralelo, onde suas idéias fluem, porém não modificam nada ao seu redor, já que ninguém mais pode ouvi-las e com isso não poderá dar um parecer sobre a relevância de seus pensamentos.

Há séculos atrás no berço dos estudos da filosofia, existiu um pensador chamado Sócrates, que dentre varias outras frases e pensamentos marcantes, proclamou o seguinte: “Penso, logo existo”, ele tinha razão, a base da existência humana é o pensar, pois através dos pensamentos surgem as idéias e de tais idéias podem nascer realizações. Digo podem nascer, pois só se pode realizar o que se pensa, se houver coragem para disseminar suas teorias, opiniões e ideais, por mais absurdos que pareçam ser.

É preciso que acreditemos mais em nós mesmo, que deixemos a opinião alheia de lado e nos concentremos em fazer o que nos parece plausível, sem temer qualquer tipo de critica, pois os grandes inventores e pensadores foram considerados loucos quando expuseram suas idéias, e hoje são aclamados por sua ousadia em tempos super conservadores, alguns desses pensadores chegaram até a serem condenados a morte por suas teorias e modos de pensar considerados avançados demais para seus tempos. Claro que não temos a intenção de nos comparar com Einsteins, Galileus ou até Thomas Edisons, mais muitas de nossas idéias ocultas podem um dia vir a fazer diferença no mundo, por isso pensemos sim, hesitemos
às vezes, mais nunca deixemos de nos expressar, pois louca que nossos pensamentos ou teorias possam ser.
By: Rivaldo Yagi

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Personalidade, algo em extinção...


Alguns acham que agir e/ou portar-se diferente dos demais é sintoma de loucura, porém a isso eu dou o nome de personalidade. Aliás, personalidade nos dias de hoje é item raro em nossa sociedade, que em suma maioria considera mais conveniente acompanhar as tendências, os modismos e suas superficialidades. Mesmo não admitindo abertamente, uma fatia gigantesca dos seres tidos como civilizados, que carregam em si a alcunha de indivíduos, agem cada vez menos por suas próprias convicções, aceitando facilmente a interferência direta das maiorias, convertendo-se assim em escravos dos modismos e suas ramificações.

De certo modo, vivemos em uma sociedade de neo-escravocratas, ou seja, temos nossa “liberdade” de ir e vir, achamos ter um tal de livre arbítrio, mais na realidade somos criados para seguir regras vigentes e arcaicas, sob pena de sermos marginalizados se divergimos de qualquer que seja a opinião da maioria. Apesar de não admitir, grande parte da sociedade é conservadora, e por assim ser, ainda é avessa a mudanças drásticas de conduta e comportamento, continuando a seguir a velha cartilha “dos bons costumes”, anulando-se e assim tornando-se somente mais um marionete social, que tem todos os seus movimentos controlados sem que ao menos se de conta, agindo com uma previsibilidade impressionante.

Entretanto, enquanto existirem pessoas “loucas”, pois é assim que são vistas as pessoas que ainda possuem suas personalidades individualizadas, que confiam somente em si e em sua consciência, ainda teremos esperança que um dia todos os seres humanos possam agir por si próprios, escolhendo o melhor rumo a seguir, sem dar a mínima importância para a opinião alheia, mantendo a fidelidade ao seu “eu”, e fazendo o que lhe parecer mais conveniente a cada passo que der, pensando mais em sua plenitude do que na opinião dos que o cercam, e por vezes os limitam com seus conservadorismos exacerbados, que de maneira não esporádica confundem-se com pessimismo.

By: Rivaldo Yagi

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Trote Acadêmico

Desde que nos entendemos por gente e começamos a pensar no queremos ser quando crescer imaginamos nossa passagem pelo ensino fundamental, ensino médio, para só depois chegarmos à universidade, chegando à universidade ficamos ansiosos pelo primeiro dia de aula, pois existe a expectativa de iniciar o quanto antes o curso do qual adquiriremos o conhecimento necessário para a profissão que exerceremos durante o restante de nossas vidas. Também ficamos imaginando como será o TROTE, aquela brincadeira que os veteranos do curso que escolhemos fazem para dar as boas vindas aos calouros.

Porém nos dias de hoje o que era uma brincadeira sadia, por vezes vem tomando proporções de selvageria, onde marginais disfarçados de universitários praticam uma espécie bullying, usando de agressões físicas e morais contra os calouros, que tendem a ficar traumatizados ou em alguns casos procuram vingar-se e provocam tragédias sem precedentes. Infelizmente algumas pessoas ainda confundem liberdade com libertinagem, e destroem a imagem de instituições sérias de ensino com sua conduta animalesca.

Todos os anos somos obrigados a ver esse tipo de acontecimento estampado nas páginas dos jornais, monstros que forçam pseudo-colegas a ingerir álcool combustível, ou então atiram contra os calouros líquidos corrosivos, que provocam lesões que marcaram tais pessoas pelo resto de suas vidas.

Minha intenção não é levantar uma bandeira contra os TROTES, porém gostaria que nesses dias houvesse policiamento nas proximidades das universidades, quem sabe até policiais a paisana, para assim tentar coibir a ação de marginais que tentam estragar uma festa que deveria marcar de forma positiva o ingresso no ensino superior, acabando de vez com a violência e os atos de bullying que provocam temores nos calouros, como também deixem de manchar tanto o nome, quanto a reputação de instituições sérias como as universidades.

By: Rivaldo Yagi

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Em se Tratando de Destino...

Eu nunca acreditei muito em destino, nas coisas terem que acontecer por algum motivo, e só acontecerem no momento em que devem acontecer. Contudo, nos últimos tempos alguns acontecimentos me fizeram reconsiderar essa opinião. Existem também pessoas que acreditam que nossa vida já está toda planejada desde muito antes de nascermos, às vezes devido a determinados acontecimentos acabo por considerar essa opção, é então que me lembro do tal do livre arbítrio, do direito concedido a nós pelo criador de fazer a escolha que nos for mais conveniente em determinadas situações. Temos o direito de escolha, sempre tivemos e sempre iremos ter, e algumas escolhas feitas podem atrasar nossas vidas e porque não dizer o segmento de nosso “destino”.

Durante muito tempo fui cético em relação a determinadas coisas, e logo depois tive que reconhecer que estava errado, e hoje após analisa e pensar muito sobre o tal do “destino”, cheguei à conclusão que ele existe, acredito que todos estamos nesse mundo por algum motivo, e temos um tempo previamente determinado para concluir tal missão. Porém, por termos o direito de fazer nossas próprias escolhas, este prazo pode estender-se ou encurtar-se dependendo do caminho que resolvermos seguir mediante cada escolha que tenhamos que fazer.

É difícil não acreditar em destino quando se analisa algumas situações corriqueiras, coisas que acontecem na vida de qualquer um, ou até mesmo com pessoas próximas a nós. Se pararmos um único momento para pensar, lembraremos de inúmeros casos que nos levam a crer piamente no destino. Podemos citar como exemplo pessoas que por um simples atraso não costumeiro, ou indisposição, deixam de fazer uma viagem e logo depois descobrem que algo muito ruim poderia ter lhe acontecido, ou então pessoas que deixam seus países e encontram em seu novo lar a pessoa que sempre sonharam conhecer. Existem também casos em que o que mais desejamos está debaixo de nosso nariz e demoramos uma eternidade a perceber, e quando percebemos ficamos pasmos ao imaginar quanto tempo perdemos, quanta sorte tivemos em nos atrasar e em ficar indispostos em tais momentos que poderiam nos ser trágicos, se isso não for obra do destino eu não sei mais como explicar.

Conheço um ditado que diz que “o futuro a Deus pertence, e que o presente quem faz é a gente”, e diante desse ditado, depois analisá-lo e pensar muito a respeito, conclui que todos estamos aqui por um motivo, e que temos que completar um ciclo para dar nossa contribuição a existência, e que tudo irá terminar como tem que terminar, porém o tempo que demoraremos para concluir este ciclo irá depender das escolhas que fizermos durante toda nossa existência, assim sendo pode-se dizer que a vida é como uma estrada de sentido único, com dois caminhos distintos a seguir, um mais curto e outro longo, e que só caberá a nós mesmos a decisão de por qual caminho seguiremos.

By: Rivaldo Yagi

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Vagalume em céu nublado também pisca.


Existem momentos em nossas vidas em que cremos que perdemos nosso brilho, que as pessoas não vêem mais qualquer tipo de qualidade em nosso jeito de ser e agir, porém, se pararmos para pensar, chegaremos à conclusão que a manutenção de nosso brilho próprio independe da opinião alheia, pois ninguém poderá nos fazer feliz sem que sejamos felizes individualmente. A felicidade se procurada no local certo não é difícil de encontrar, assim como tudo que perdemos, só a encontraremos quando começarmos a procurar no lugar certo, contudo, como saberei qual é será o lugar certo? Não saberemos! Essa é a graça da vida, estar continuamente à procura de algo que muitas vezes está debaixo de nosso nariz, e somente nós não enxergamos.

E isso só acontece porque o ser humano tem o dom de cegar-se quando lhe parece conveniente, fecha os olhos para situações e atitudes alheias para evitar decepções. Fazendo isso acaba por também deixar de admirar seu brilho próprio, esquece-se que não depende de nada nem ninguém para ser feliz, para que brilhe com o máximo de intensidade em cada momento de sua existência.

Se parássemos por um instante, limpássemos nossa mente e imaginássemos só a escuridão de uma noite de céu nublado, perceberíamos que mesmo em tais condições adversas um vagalume ainda consegue brilhar, e isso acontece porque tal inseto segue somente seus instintos, não se deixando afetar pelas condições adversas em torno de si, e se nós seres humanos em determinados momentos agíssemos de tal forma, encontraríamos a felicidade mais facilmente, pois deixaríamos as condições adversas de lado e seguiríamos somente nossos instintos, que na maioria das vezes nos guiaria para o caminho mais acertado a seguir.

By: Rivaldo Yagi

Estamos com fome de amor – (Arnaldo Jabor)

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dance”, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvída?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.
Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós. Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como:
“Quero um amor pra vida toda!”, “Eu sou pra casar!” até a desesperançada “Nasci pra ser sozinho!” Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, “pague mico”, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à
dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: “vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”.

Antes idiota que infeliz!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Um pouco mais sobre Ciúmes

O que seria o ciúme senão uma mescla de falta de confiança acrescida de insegurança, que pode surgir de ambas as partes, podendo acabar tornando a relação insustentável, a ponto de culminar com o fim do relacionamento.

A respeito da confiança, é preciso se ter por base que tal sentimento não se ganha, mas sim conquistado, levando-se em consideração cada atitude tomada no decorrer da relação, pois tudo o que é feito tem seu peso, e em determina momento a balança pode pender para o lado oposto, fazendo com que percamos toda a credibilidade.

Existe também a insegurança, algo que prejudica demais o andamento de uma relação, pois a pessoa insegura tende a ser paranóica, e com isso tente controlar todos os movimentos do parceiro, podendo chegar ao extremo de vigiar-lo, invadindo assim sua privacidade de tal forma a fazê-lo sentir-se sufocado, e por conseqüência resolva por terminar com a relação, já que ninguém consegue viver como refém em um relacionamento por muito tempo, pois todos precisamos de um mínimo de liberdade, desde que não se confunda isso com libertinagem. Para que qualquer relação venha a dar certo, é necessário que cada um continue com sua rotina e compromissos, sejam eles pessoais ou profissionais, sendo que onde existe respeito mutuo serão raras às vezes em que haverá divergências, e se isso por ventura acontecer, será facilmente contornado, já que não existe nada melhor que uma boa conversa para resolver qualquer tipo de problema.

By: Rivaldo Yagi

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

00:22

Reza a lenda que um dia sem sorriso é um dia perdido. Se isso for verdade, nos últimos tempos perdi muitos dias, tantos que até perdi as contas. Falo de sorrisos sinceros, espontâneos, que revelam toda a felicidade que sentimos em dado período.

Porém, como diz o ditado, após a tempestade vem à bonança, com isso, posso garantir que hoje não perco mais um único dia, pois hoje os sorrisos me aparecem no rosto quase automática, garantindo dias prósperos, em que tenho prazer em levantar-me da cama para seguir minha rotina diária, esperando também pelo momento em que voltarei a admirar seu sorriso radiante, que me transmite uma confiança impar, uma segurança que há tempos não sentia, aquela vontade imensa de abraçar o mundo, para assim agradecer por finalmente tê-lo conspirando a meu favor, me dando a possibilidade de realizar vários SONHOS, dentre eles, senão o mais importante, poder desfrutar de sua companhia...

Pessoa MAES que especial!

By: Rivaldo Yagi

domingo, 17 de janeiro de 2010

Link para um ótimo post!

Blog de Mickaely Thályta Álvares Camilo

Clique no link para acessar o post

Quando se vai antes mesmo de partir

Em alguns momentos na vida, passamos por uma fase em que estamos em determinados lugares, ou até mesmo relacionamentos, somente de corpo físico, pois nosso pensamento não está mais ali, já alçou vôo e está voltado em outra direção, concentrado apenas no que diz respeito ao nosso bem estar, esquecendo-se então do que se está vivendo no momento, deixando assim a desejar. Com isso, o mais sensato a se fazer é respirar novos ares, deixar aquilo que em outrora nos satisfazia e seguir em busca do novo, de algo que preencha em nós o vazio que fora deixado pela falta de sintonia com o que vivíamos até então.

Tal decisão é difícil, ainda mais quando se fala em sentimentos, pois não nos esquecemos de um dia para o outro das coisas e/ou pessoas de quem gostamos. Isto é fato, algo inegável, porem, prender ou ficar preso a algo que não nos causa mais prazer é perca de tempo de ambas as partes, contudo não se deve encarar o fim de um ciclo como se fosse o fim do mundo, já que outras oportunidades aparecerão, de proporções iguais ou até maiores se comparada com a que se finda.

Sendo assim, analisando a situação por tal ângulo, veremos que uma possivel omissão diante de tais fatos, tornarão as coisas mais difíceis e por conseqüência transformarão o que antes era prazer, carinho, zelo e comprometimento, em indiferença, somada de um desapontamento sem precedentes, de onde se tirará somente uma lição, nada é eterno, tudo muda, podendo tornar-se pior ou melhor, só dependendo de como nos comportemos diante de tal situação, pois somos os únicos responsáveis por nossos atos, culpar a terceiros é uma atitude dissimulada que só nos revela o nível de mau-caratismo que possamos chegar a ter em relação à situação em que estamos envolvidos.

“Se não for para se doar por completo, apenas não inicie, assim pouparás esforços e não precisarás viver uma mentira em absoluto.”

By: Rivaldo Yagi

Quando se vai antes mesmo de partir

Em alguns momentos na vida, passamos por uma fase em que estamos em determinados lugares, ou até mesmo relacionamentos, somente de corpo físico, pois nosso pensamento não está mais ali, já alçou vôo e está voltado em outra direção, concentrado apenas no que diz respeito ao nosso bem estar, esquecendo-se então do que se está vivendo no momento, deixando assim a desejar. Com isso, o mais sensato a se fazer é respirar novos ares, deixar aquilo que em outrora nos satisfazia e seguir em busca do novo, de algo que preencha em nós o vazio que fora deixado pela falta de sintonia com o que vivíamos até então.

Tal decisão é difícil, ainda mais quando se fala em sentimentos, pois não nos esquecemos de um dia para o outro das coisas e/ou pessoas de quem gostamos. Isto é fato, algo inegável, porem, prender ou ficar preso a algo que não nos causa mais prazer é perca de tempo de ambas as partes, contudo não se deve encarar o fim de um ciclo como se fosse o fim do mundo, já que outras oportunidades aparecerão, de proporções iguais ou até maiores se comparada com a que se finda.

Sendo assim, analisando a situação por tal ângulo, veremos que uma possivel omissão diante de tais fatos, tornarão as coisas mais difíceis e por conseqüência transformarão o que antes era prazer, carinho, zelo e comprometimento, em indiferença, somada de um desapontamento sem precedentes, de onde se tirará somente uma lição, nada é eterno, tudo muda, podendo tornar-se pior ou melhor, só dependendo de como nos comportemos diante de tal situação, pois somos os únicos responsáveis por nossos atos, culpar a terceiros é uma atitude dissimulada que só nos revela o nível de mau-caratismo que possamos chegar a ter em relação à situação em que estamos envolvidos.

“Se não for para se doar por completo, apenas não inicie, assim pouparás esforços e não precisarás viver uma mentira em absoluto.”

By: Rivaldo Yagi

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

15/01

Hoje fechei meus olhos tentando te encontrar, porém não havia nada além de um silencio sepulcral, e uma escuridão sem fim, chamei-lhe inúmeras vezes, tantas que cheguei a ficar sem fôlego, e mesmo assim você não apareceu. Mais uma vez me senti sozinho, como em inúmeras outras vezes, mais mesmo assim não desistirei de te procurar, demore o tempo que for, seja qual for o caminho que tenha que percorrer, cedo ou tarde te encontrarei, ó minha consciência...

By: Rivaldo Yagi

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Naufrago

Por vezes me sinto um naufrago, isolado em uma ilha de hipocrisia, mentiras, inveja e pessimismo exacerbado. Simplesmente só, sem ninguém por perto, nada além do som do vento trazendo-me os sussurros de lamurias de pessoas pequenas, que diante de suas mentes limitadas tentam me puxar para junto delas. É então que me sento bem próxima delas, escuto o que dizem em suas tentativas desesperadas de levar-me para as profundezas da falta de caráter que as alimenta, porém pouco dou ouvido, levanto-me e escrevo em letras garrafais um gigantesco S.O.S (Saber Ouvir Sabiamente), para que além deles, também meus salvadores fiquem sabendo a quem estão salvando, e dando uma segunda chance para mostrar que o fato de ter ficado isolado em tal ilha foi um mero acaso, coisa que somente o tempo poderá explicar, diante dos fatos e acontecimentos que me fizeram chegar até lá.

Voltando a civilização, analisarei o que foi me dito por tão pobres almas, pois nem tudo que falaram pode ser encarado como insanidades, já que até entre os flagelos existenciais habitaram seres com um pouco de ciência, que só não se libertam de sua miséria existencial por falta de coragem e até certo ponto força somada a determinação. Em casos como este, é preferível tornar-se surdo, para que assim não possa ouvir os desestímulos proferidos diante de sua tentativa de sair do senso comum, da velha opinião formada que a eles parece plausível e mais que suficiente para suas vidas de pura mediocridade existencial.

Sabendo disso, tenho consciência que para ser realmente livre e obter sucesso em minhas investidas, preciso querer ser livre, não só no que diz respeito ao direito de ir e vir, mais também no que diz respeito à ideologia, e aos paradigmas existenciais comuns a todos os seres pensantes, que possuam também coragem para mudar a qualquer momento, seja qual for à situação, muitas vezes sendo frios e calculistas, mirando somente o objetivo, esquecendo-se ou apenas dando de ombros aos obstáculos e percalços que possam vir a aparecer no decorrer do caminho. Nunca esquecendo que devesse subir um degrau de cada vez, e que não se deve usar outras pessoas como degraus, pensando sempre que a integridade vale mais que qualquer posição de destaque, e também que os pessimistas, covardes e os miseráveis existências podem até chegar ao topo mais rápido que alguns de nós, porém com maior probabilidade de perder o equilíbrio e cair, voltando ao seu habitat natural, que é nada mais nada menos que chão.

“Aproveite as oportunidades, porém não se aproveite das pessoas.”

By: Rivaldo Yagi

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O Sapo e o Escorpião


Certa vez um escorpião vendo-se em uma situação de escassez de alimento, resolveu migrar para outras cercanias em busca de melhores condições, porém, para que chegasse ao novo habitat precisaria atravessar um pequeno córrego, porém não sabia nadar, foi então que avistou ao longe um sapo e resolveu então pedir sua ajudar.

-Sr. Sapo, eu preciso muito atravessar esse córrego, mais infelizmente não sei nadar, será que poderias me dar uma carona?

-Olha Sr. Escorpião, eu adoraria ajudá-lo, mais o que garante que chegando ao outro lado do córrego você não me dará uma ferroada?

Não se preocupe com isso disse o Escorpião ao Sapo, se você me ajudar, eu lhe prometo que o deixarei ir sem problemas, dou-lhe minha palavra.

Nesse momento o Sapo pensou um pouco e então resolveu ajudar o Escorpião, pediu-lhe que subisse em suas costas e iniciou a travessia. No entanto, chegando ao meio do córrego sentiu uma ferroada, um tanto quanto assustado exclamou: Por que você fez isso, não percebes que com essa atitude mataste a nós dois?

-Sim Sr. Sapo, estou consciente disso, porém não tive escolhas, não pude evitar, meu instinto é mais forte que eu, e por esse motivo terei que arcar com a conseqüência de tal atitude, por favor, me perdoe...

Moral da história, não espere que mudem sua própria natureza por você, a mudança só acontecerá se for desejada, fora isso você corriqueiramente será vítima dos instintos alheios, sofrendo juntamente com eles as prováveis conseqüências.

Mais uma da série das fábulas que ensinam algo de produtivo...

By: Rivaldo Yagi

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Os Dez Mandamentos do Marketing Pessoal

Claro que raramente conseguiremos reunir todos os dez, mais se tentarmos já estaremos dando um passo muito importante em direção ao sucesso Profissional!

sábado, 9 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Entre trancas, amarras, correntes e cadeados...

Em alguns momentos nos sentimos aprisionados, enclausurados, mesmo estando livre para ir e vir. E isso porque nossa prisão não é física, e sim psicológica, estamos presos a nossos medos, incertezas, inseguranças, dúvidas, e isso faz com que nos limitemos, usemos de prudência demasiada, chegando ao ponto da acomodação, pois sempre nos aparentará ser melhor ficar onde estamos do que arriscar, investir em uma mudança.

E tal aprisionamento, difere em relação à prisão física no sentido que o aprisionamento psíquico se dá antes de qualquer ato, ou seja, impõe uma barreira, um bloqueio, que nos impede de agir, livremente, sem que necessariamente tenhamos feito algo errado.

Quando chegamos a esse ponto, é sinal que algo está errado, e que precisaremos reconsiderar pontos de vista, mudando também a maneira como estávamos encarando os problemas do dia a dia. Também será preciso reconhecer nossos temores, confrontando-os de tal forma a não deixá-los sobressaírem-se sobre nossas vontades, e assim possamos seguir em frente, procurando sempre manter o foco no objetivo, consciente que haverão obstáculos a serem ultrapassados, e que será preciso ter determinação e coragem para vencê-los.

Feito isso, teremos conseguido conquistar a liberdade psíquica, fazendo o que outrora era inimigo, converter-se em aliado, a partir daí teremos o caminho livre para conquistarmos o que quisermos, ou seja, livres das trancas, amarras, correntes e cadeados que antes nos impunham limites.

By: Rivaldo Yagi

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Conhece-te a si mesmo


Esta pequena frase proferida pelo filósofo grego Sócrates, de curta só tem o tamanho mesmo, pois o significado é imenso, abrangente, de uma profundidade impar. Já que lutamos diariamente para conhecer as pessoas que nos rodeiam, tentamos compreender seus modos de agir, e muitas vezes até as julgamos por certas atitudes tomadas. Porém muitos ainda não têm conhecimento de si próprios, e não sabendo quem são, ainda procuram por sua verdadeira identidade, e em diversos casos nunca a encontrarão, simplesmente por estarem procurando no lugar errado, esquecem-se que cada ser humano é único e que o melhor pra si, nem sempre é o melhor para o próximo e vice-versa.

A partir do momento que começamos olhar para nós mesmos, a caminhar por nossas próprias pernas, e a prestar atenção no que nos faz feliz realmente, estaremos então chegando próximos ao autoconhecimento, daí em diante, teremos idéia do quão difícil é entender as pessoas, já que a grande maioria delas também não se entende, ainda não sabe realmente quem é. Para que possamos saber realmente quem somos, ou seja, nos auto conhecer, é necessário se desprender da opinião alheia, agir somente por nossa consciência, fazer só o que acharmos cabível, sem nos deixar influenciar por quem quer que seja, é preciso saber admitir suas falhas e ter humildade suficiente para corrigi-las, pois ninguém é infalível, nem dono da verdade, somos todos seres humanos, e entre humanos não a perfeição.

Sabido disso, podemos chegar à conclusão que conhecer a nós mesmos é muito mais complicado que parece, pois somos seres influenciáveis, seja consciente ou inconscientemente, estamos sempre dando mais importância ao que querem que sejamos, do que ao que realmente queremos ser, alguns por falta de personalidade, outros por falta de vontade, comodismo, passam a vida toda acreditando em algo que lhe foi apresentado como verdade absoluta, que formular sua própria opinião sobre os fatos, transformando-se assim em meros espectadores da vida, pois passaram toda a existência fugindo dos porquês, enquanto os pensantes, reforçavam ainda mais outra grande máxima Socrática, “Só sei que nada sei”.

By: Rivaldo Yagi

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ensinar a pensar, para voltar aos bons tempos!

Foi em um daqueles dias de silencio cortante, onde só se ouvia o vento, nada mais que o vento, que lembrei de nossos momentos, aqueles dias em que riamos por nada, conversávamos sobre assuntos diversos até o cair da madrugada. Eram bons tempos, não haviam responsabilidades, afazeres obrigatórios, era tudo lazer, brincava-se do amanhecer ao anoitecer, sem medo de ser feliz.

Hoje os tempos são outros, não existem mais aquela liberdade, nem a segurança de outrora, o mundo mudou muito de uns anos pra cá, não se sabe mais em quem confiar, numa época em que nem as crianças estão livres de abuso, seja dentro ou fora de casa. O que está acontecendo com as pessoas, com o amor ao próximo, com o respeito ao ser humano, difícil explicar, pois nada que se diga servirá para justificar o que vem acontecendo nos últimos tempos. É preciso resgatar velhos valores, respeitar os “cabelos brancos”, desde que os mesmo se respeitem, restabelecer a ordem nas escolas, devolvendo aos professores o título de mestres, desde que capacitados para isso, não só enfiando conteúdo goela abaixo dos alunos, mas sim influenciando-os a pensar, a ter opinião própria, a não contentar-se com a mesmice, pois só assim construiremos uma sociedade mais integra e capaz, onde poderemos novamente deixar que as crianças tenham infância, possam aproveitar a melhor época de suas vidas, sem que seus pais precisem ter acessos de pânico a cada atraso na volta da escola, ou até mesmo de seus sumiços repentinos para casa dos amiguinhos.

Porém, enquanto fazer o povo pensar não for prioridade, nada irá mudar, viveremos a mercê de lobos travestidos de ovelhas, temendo até a ida das crianças à igreja, que em outros tempos foi considerada local seguro, e hoje é motivo de desconfiança por parte dos próprios “fiéis”. Portanto, se quisermos salvar o mundo, deveremos nos conscientizar que a ignorância de uns, não deve servir de escada para o sucesso de outros, já que é de conhecimento geral que não basta ter liberdade de expressão se não soubermos nos expressar, e que o futuro depende da maneira como estamos educando nossas crianças, ou seja, nosso amanhã só será melhor, se criarmos pessoas melhores para fazê-lo, formando não somente homens, mas sim cidadãos conscientes de suas ações perante a sociedade.

By: Rivaldo Yagi

sábado, 2 de janeiro de 2010

A sorrateira SOLIDÃO...

Toc, toc...

Quem é?

É a SOLIDÃO...

O que você quer?

Quero lhe fazer companhia, abra a porta!

Não, não abrirei, vá embora...

Deixe-me entrar, sei que estás a minha espera...

Não, vá embora, eu não quero você aqui, se você entrar não vai mais querer ir embora!

Você precisa de mim, eu sei, deixe-me entrar...

Já falei que não abrirei, vá embora, não é você que estou esperando...

Não se iluda, você ainda não percebeu que eu vivo com você há tempos, vá me deixe entrar!

Nunca, não é você que estou esperando, suma daqui!

Quem mais você poderia estar esperando a essa altura da vida? Nada que você já não conheça virá até você!

E quem lhe falou que eu não conheço o que está por vir?

Sabe é? Então me diga, o que estás a esperar?

A FELICIDADE, ela saiu por uns tempos, mais prometeu voltar logo...

Ahaha...você acredita mesmo que ela irá voltar? Você é um tolo!

Ela voltará, ambos sabemos que voltará, você quer me fazer acreditar que ela não irá voltar para ocupar o lugar dela aqui, mais eu não deixarei...

Não se iluda, deixe-me entrar, para reocupar o meu lugar!

Já falei, te mandei embora para nunca mais voltar, siga seu caminho, ficarei a espera da FELICIDADE!

Esqueça, ela não irá voltar, aqui não é o lugar dela, deixe-me voltar...

Eu tenho fé SOLIDÃO, a FELICIDADE voltará, mais cedo ou mais tarde, ela voltará, e eu estarei aqui a sua espera!

Não seja tolo e abra logo essa porta!

Tolo? Não, tola é você solidão, em achar que ainda caio nas suas armadilhas, vá embora de vez, esse coração não tem mais lugar para você, esperarei pela felicidade até meu ultimo suspiro, procure outro lar, aqui você não entra mais!

ENTÃO AS BATIDAS CESSARAM, A SOLIDÃO SE FOI POR HORA, PORÉM, ESTARÁ ESPERANDO O MOMENTO MAIS OPORTUNO PARA VOLTAR, E ENTÃO TENTAR USURPAR O LUGAR DA FELICIDADE, QUE ÀS VEZES SAI, MAS VOLTA SEMPRE QUE SENTE-SE AMEAÇADA PELA SOLIDÃO, QUE NÃO SE CONFORMA DE TER PERDIDO SEU LUGAR NESSE CORAÇÃO!

By: Rivaldo Yagi

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Começa 2010...

Mais um ano se inicia, todos fizemos planos e faremos o máximo para alcançá-los, teremos novos doze meses a partir de hoje, para iniciar nossa luta em busca do que planejamos. Apesar de termos o dever de fazer o máximo para conquistar nossos objetivos, é preciso ter consciência de que nem todos serão cumpridos, e não nos deixar abalar por isso, pois em 2010, devemos iniciar o ano com uma nova mentalidade, dando mais valia ao que conquistamos do que ao que deixamos de conquistar.

Cada conquista deve ser valorizada, por menor que seja, pois lutamos e nos dedicamos com afinco para que ela acontecesse. É preciso neste ano que se inicia, pensar para frente, porém não se esquecendo e nem deixando para trás as coisas boas conquistadas no ano anterior, valorize as amizades feitas, dê atenção aos velhos amigos sempre que possivel, pois eles fizeram diferença em sua vida, e com toda certeza poderão fazer ainda mais.

Procure também fazer novas amizades, amigos nunca são demais, amizades só somam a nossa vida, nunca subtraem, seja sincero com todos ao seu redor, pois nós colhemos o que plantamos, se cultivarmos a sinceridade, o amor ao próximo e principalmente o bom caráter, colheremos o mesmo e assim iremos obter ajuda na conquista dos planos feitos para o decorrer desses trezentos e tantos dias que teremos pela frente.

Saúde, Paz e Sucesso para todos neste ano que acaba de começar!

By: Rivaldo Yagi